[pré-escolar e 1º ciclo | Teatro para a Infância, 6-10 anos]
O famoso conto de Andersen ganha uma nova roupagem (viram o que fizémos aqui?), ao contar a divertida história do rei vaidoso a quem é prometido um fato mágico. Quando o rei, movido pela ostentação e arrogância, organiza um desfile para mostrar a fatiota nova ao povo, recebe tudo menos admiração. É que uma criança expõe todos os que fingem ver a roupa!
Quão atual continua esta história de 1837? A FATIOTA DO REI é uma crítica à vaidade, à corrupção e o silêncio das pessoas perante a verdade, mesmo que esta esteja bem à sua frente.
Teatro para a Infância | Duração: 45 minutos | M6
Dramaturgia: Susana Rodrigues, a partir de Hans Christian Andersen
Encenação: Cristóvão Carvalheiro
Interpretação: Maria Botas e Cristóvão Carvalheiro
Ilustrações: Sara Allen
Fotografia: Carolina Miguel
REQUISITOS TÉCNICOS
Espaço: INTERIOR 6 x 6 metros
Som: disponibilizado pela companhia
Equipa: 2 intérpretes
- Desenvolver o pensamento crítico
- Questionar a obediência cega à autoridade
- Explorar o conformismo social, a responsabilidade individual e a coragem cívica, trabalhando a formação ética
- Expressão plástica e dramática;
- Educação para a Cidadania (Verdade vs. mentira; Pressão do grupo; Coragem de ser diferente; Autoridade e responsabilidade);
- Desenvolvimento socioemocional.
- Diário do personagem: escrever como se fosse o rei ou a criança
- Debate orientado: “Porque ninguém dizia a verdade?”
- Final alternativo: “E se ninguém tivesse falado?”
O conto de Hans Christian Andersen continua pertinente para o desenvolvimento infantil, tanto no pré-escolar como no 1.º ciclo, porque aborda temas universais de forma simbólica, acessível e pedagógica. A sua riqueza narrativa permite trabalhar simultaneamente competências cognitivas, sociais, emocionais e éticas de forma leve, dinâmica e envolvente. A linguagem simples e adaptada à faixa etária torna ainda esta peça interativa mais acessível e muito divertida!
Pretende-se que esta peça possa ajudar a desenvolver o pensamento crítico, questionar a obediência cega à autoridade, explorar o conformismo social e trabalhar valores como a honestidade, responsabilidade individual, coragem cívica, e compreensão moral, refletindo sobre o medo do julgamento social e sobre a manipulação e mentira, ajudando a compreender que a verdade nem sempre é confortável, mas é necessária.